O inchaço, que teve início na boca, se espalhou pela face e avançou em direção aos olhos
"Eu quase fui de arrasta. Quase fui de arrasta porque eu espremi uma espinha", disse - Foto: Instagram

"Por causa dessa espinha, meu rosto ficou assim [...] Estava com risco de dar meningite e até tacar o cérebro. E com isso, eu ia ter sérios danos à minha saúde, como sequelas irreversíveis no cérebro", contou o influenciador.
Willian fez um alerta sobre os perigos de manipular lesões no rosto. "Eu como influencer sinto o direito de vir aqui conscientizar vocês que essa zona do rosto é muito perigosa", afirmou, referindo-se à região que vai do nariz ao lábio superior e se estende até a testa. Ele reforçou que uma infecção nessa área pode, em casos graves, atingir a corrente sanguínea e comprometer outros órgãos.
"Eu quase fui de arrasta. Quase fui de arrasta porque eu espremi uma espinha", disse.
Especialistas reforçam o alerta de Willian. A dermatologista Marcelle Nogueira, pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), explica que espremer espinhas nunca é recomendado. O trauma local combinado com a transferência de bactérias das unhas aumenta a inflamação e o risco de infecções, além de favorecer cicatrizes profundas e permanentes, que podem ficar visíveis mesmo após a cicatrização da pele.
De acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), o mais indicado quando surge uma espinha é utilizar produtos com agentes secativos. Se a lesão estiver muito inflamada, o correto é procurar um dermatologista para avaliação e tratamento adequado. A recomendação é evitar receitas caseiras e soluções milagrosas divulgadas na internet, que podem irritar a pele, causar queimaduras ou agravar o problema.
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