Por Cláudia Collucci | Folhapress
Foto: Rovena Rosa /Agência Brasil

Discussões sobre a revisão da política, que orienta o funcionamento da atenção primária em todo o país, ocorreram durante o congresso da regional Sudeste da SBMFC (Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade), encerrado neste domingo (26), no Rio de Janeiro.
Em palestras e oficinas do evento, profissionais relataram que há equipes da ESF (Estratégia Saúde da Família) responsáveis por até 5.000 pessoas --mais do que o dobro do parâmetro que a entidade defende para garantir um acompanhamento adequado das famílias.
Uma das atividades mais impactantes do congresso foi a oficina "Tem, mas tá em falta", conduzida pelas médicas de família e comunidade Stella Pace, Isabella Almeida Anjo de Pinho e Bárbara da Costa, todas atuantes no Rio.
Na dinâmica, as profissionais encenaram casos reais --com nomes de pacientes alterados-- de atendimentos. Um deles foi de uma diabética usuária de insulina NPH que não conseguia repor a medicação havia dias. Mais no bahianoticias
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