
Rinaldo de Oliveira / SNB
A ciência vai estudar as irmãs brasileiras centenárias reconhecidas como as mais velhas do mundo para investigar genes ligados à longevidade. Já fizeram coleta de sangue no Rio. — Foto: Reuters/Tita Barros
Que DNA forte tem essa família? A ciência vai estudar as irmãs brasileiras centenárias reconhecidas como o trio de irmãs vivas mais velhas do mundo para tentar desvendar os segredos da longevidade humana.
As irmãs Zulina, de 103 anos, Zoraide, de 104, e Levita, de 109 anos, fizeram esta semana a coleta de sangue para estudos genéticos, no Rio de Janeiro, Brasil, e vão participar do Projeto DNA Longevo, pesquisa coordenada pela geneticista Mayana Zatz, da Universidade de São Paulo (USP).
Juntas, elas somam impressionantes 316 anos de vida e vão ajudar a entender por que algumas pessoas conseguem chegar aos 100 anos mantendo boa saúde física e mental. Como mostramos aqui no Só Notícia Boa, elas receberam reconhecimento internacional da organização LongeviQuest pelo recorde de longevidade.
Busca pelos “genes protetores”
Os pesquisadores querem descobrir se existem fatores genéticos responsáveis por proteger o organismo contra doenças, envelhecimento acelerado e perda cognitiva.
“Por meio de testes de DNA, buscamos genes protetores”, explicou à Reuters a dra. Mayana Zatz, coordenadora do Centro de Pesquisa do Genoma Humano da USP.
A dra. Mayana explicou que famílias com vários centenários são extremamente importantes para esse tipo de pesquisa porque ajudam a identificar padrões hereditários ligados à longevidade. Mais no sonoticiaboa
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