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domingo, 1 de fevereiro de 2026

Porta-voz confirma que deslizamento na República do Congo matou 200 pessoas

A representante do governo apontou uma possível causa para o deslizamento, ocorrido na última quarta-feira (28)
Foto: Reprodução/redes sociais
Mais de 200 pessoas morreram em um desabamento em uma mina na República Democrática do Congo. Segundo a agência de notícias Reuters a mina produz cerca de 15% do metal mundial, sendo o minério, um dos mais resistentes do mundo e usado na fabricação de celulares, computadores e aeronaves.

O desabamento da mina ocorreu na quarta-feira (28), mas o número de vítimas não estava claro até que, na sexta-feira (30), quando o número de mortos foi oficialmente confirmado.

“Mais de 200 pessoas foram vítimas deste deslizamento, incluindo mineiros, crianças e mulheres do mercado. Algumas pessoas foram resgatadas a tempo e apresentam ferimentos graves”, confirmou a porta-voz do governo do Congo, Lumumba Kambere Muyisa.

Ela apontou ainda que 20 pessoas foram resgatadas com vida e estavam sendo tratadas em hospitais da região. Ainda na declaração, a porta-voz apontou uma possível causa do deslizamento de terra que acarretou a tragédia.

“Estamos na estação chuvosa. O solo está frágil. Foi o solo que cedeu enquanto as vítimas estavam no buraco”, disse.

DF é condenado por não avisar familiares sobre morte de paciente

Governo do DF foi condenado por não ter avisado familiares de uma paciente que morreu em um hospital da rede pública
Freepik
A 7ª Vara da Fazenda Pública do Distrito Federal condenou o governo distrital e um hospital da rede pública a pagar indenização, por danos morais, a três familiares de uma paciente que morreu na unidade de saúde sem que eles fossem informados da morte.

A paciente foi internada voluntariamente na ala psiquiátrica do hospital em julho de 2024, com diagnóstico de transtorno afetivo bipolar. Cinco dias depois, ela morreu após tentativas de reanimação cardíaca. Os familiares só souberam da morte três dias mais tarde, quando o companheiro da paciente foi informado por uma amiga dela. Durante o acolhimento psicossocial, a instituição reconheceu o erro de não ter comunicado o fato aos parentes.


Os autores da ação, dois filhos e um irmão, argumentaram que a ausência de comunicação violou princípios éticos e humanitários, impôs sofrimento desnecessário e afrontou a dignidade da pessoa humana. Eles ressaltaram que o hospital tinha a obrigação de comunicar à família imediatamente, especialmente porque os contatos telefônicos dos três parentes foram registrados no momento da internação. Ainda de acordo com o processo, os autores registraram uma reclamação na ouvidoria sobre o episódio, mas não tiveram resposta. O hospital também não providenciou uma reunião que prometeu para apresentar os resultados da investigação interna.

Em sua defesa, os réus alegaram que não há prazo legal específico para comunicação de morte e que a paciente declarou estar em situação de rua. Eles sustentaram ainda que não havia evidências de vínculo afetivo forte entre a paciente e os familiares, já que estes não a acompanharam durante a internação. Mais no conjur