Uma turista argentina viveu um pesadelo financeiro durante suas férias no Rio de Janeiro ao ser vítima do golpe da maquininha na Praia de Copacabana. Ao tentar comprar um milho cozido, que custava poucos reais, a visitante não percebeu que o valor digitado no visor do equipamento era, na verdade, de R$ 20 mil. O prejuízo astronômico só foi notado horas depois, quando a vítima conferiu o extrato bancário e percebeu o rombo deixado pela transação fraudulenta realizada à beira-mar.
A tática utilizada pelos criminosos envolve, geralmente, a distração da vítima ou o uso de visores danificados que impedem a conferência do valor real. No caso da argentina, o golpista agiu com rapidez e aproveitou a dificuldade de comunicação para concretizar o furto digital. A Polícia Civil já está em posse das informações da conta que recebeu o montante e investiga se o vendedor faz parte de uma quadrilha especializada que atua na orla carioca visando especificamente estrangeiros.
O caso reacende o debate sobre a segurança turística e a vulnerabilidade de visitantes que utilizam cartões de crédito em comércios ambulantes. Especialistas orientam que turistas prefiram pagamentos via Pix ou aproximem o cartão apenas após conferirem pessoalmente o valor no visor. A vítima registrou a ocorrência na Delegacia de Atendimento ao Turista (DEAT), que agora tenta identificar o responsável para reaver o dinheiro e impedir que outros visitantes caiam na mesma armadilha. Via 180 graus
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