Por Redação / BN
Foto: Bombeiros Militar / Governo do Tocantins

A queda da ponte, que resultou na morte de quatro pessoas e deixou 13 desaparecidas, causou a queda de três caminhões no rio, que transportavam cerca de 25 mil litros de defensivos agrícolas e 76 toneladas de ácido sulfúrico. Em resposta, autoridades do Maranhão e do Tocantins haviam emitido um alerta na segunda-feira (23) pedindo à população que evitasse o consumo, utilização e banho nas águas do Rio Tocantins nas áreas afetadas pela queda da ponte. A recomendação foi direcionada a várias cidades do Tocantins e do Maranhão, incluindo Imperatriz, Estreito, Porto Franco e outras localidades próximas.
A ANA, em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Naturais do Maranhão (SEMA), realizou coletas de amostras da água em cinco pontos ao longo do Rio Tocantins, desde a barragem da usina hidrelétrica de Estreito até Imperatriz. O Governo do Maranhão informou que outras análises continuam sendo feitas para garantir a segurança da água. No entanto, as autoridades do Tocantins ainda não atualizaram oficialmente a liberação do consumo da água nos municípios tocantinenses afetados.
As buscas pelas vítimas do desabamento da ponte foram retomadas nesta quarta-feira (25) pelo Corpo de Bombeiros, que utiliza botes para realizar as operações no local. A queda da ponte deixou um saldo trágico e gerou sérias preocupações quanto à contaminação das águas, que agora, após a avaliação da ANA, são consideradas seguras para o consumo em algumas áreas afetadas.
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