Sede do TJ-ES em Vitória / Divulgação

O processo administrativo disciplinar foi aberto após denúncias, feitas por um empresário e apontadas pelo Ministério Público estadual, de que Miranda teria indicado como peritos, em processos de sua vara, pessoas com quem tinha vínculos familiares e de amizade. Dentre as nomeações estariam a de seu cunhado, seu concunhado e dois sócios do magistrado em duas empresas, que também são pai e marido de sua assessora.
O juiz também teria trocado o administrador judicial em uma ação de recuperação judicial, para nomear uma empresa de seu concunhado, sediada em Santa Catarina.
Ainda de acordo com a investigação, teria sido nomeado como administrador em 44 processos um homem cujo endereço profissional seria o mesmo das empresas do magistrado. Revista Consultor Jurídico
Nenhum comentário:
Postar um comentário