por Jade Coelho
Foto: Erasmo Salomão/Ministério da Saúde

O ministro Marcelo Queiroga afirmou que a pasta ainda está analisando a redução do intervalo entre as doses da Pfizer. A bula do imunizante prevê a aplicação da segunda dose 21 dias após a primeira, mas no Brasil, diante da escassez de doses, se optou por aumentar o intervalo para 12 semanas (84 dias).
Apesar de também ter tido o intervalo entre doses espaçado pelo Ministério da Saúde do Brasil, a vacina da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz não deve ter as segundas doses antecipadas. O argumento o do MS é que cientificamente ainda não se teve sinalização da redução do intervalo da Astrazeneca em relação a ganho de imunidade. A estratégia de prorrogação do prazo de aplicação entre as duas doses para três meses foi adotada em diversos países, mas os testes iniciais previam a administração da segunda dose após 28 dias.
Queiroga fez um alerta para que gestores estaduais e municipais respeitem os intervalos entre as doses preconizados pelo Ministério, para que não haja desequilíbrio na entrega de doses. “É fundamental que se observe o espaço entre doses para que nós consigamos entregar vacinas com a pontualidade desejada. Se cada municipio resolver fazer sua própria regra, o Ministério da Saúde não consegue entregar as vacinas com a tempestividade devida e isso atrasa nossa campanha”, disse o ministro.
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