Uma funcionária que não se define nem como mulher, nem como homem está processando a empresa em que trabalha por ser chamada de mulher. Valeria Jones está pedindo indenização de US$ 518 mil (R$ 1,2 milhão) da Bon Appetit Management Co.
O documento afirma ainda que os funcionários argumentam que Valeria se parece com uma mulher e que, por isto, referiam-se a ela daquela forma. O advogado de Valeria exige o uso de um pronome neutro quando as pessoas se referirem à cliente no ambiente de trabalho, mas não especificou qual.
A comunidade LGBT costuma usar o "they" (eles, elas) em vez de "she" (ela) ou "he" (ele) para se referir a alguém de gênero neutro.
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