por Fernando Duarte
O governador Rui Costa colocou uma pá de cal sobre as expectativas de partidos da base aliada em ampliar o espaço dentro do governo. A afirmação foi feita na tarde desta segunda-feira (2) logo após a posse da nova secretária de Cultura, Arany Santana. A saída de Jorge Portugal já era dada como certa após o então titular da Secult entrar em rota de colisão com o deputado estadual Rosemberg Pinto (PT), que detinha controle de parcela expressiva dos cargos da pasta. Além da substituição de Portugal por Arany, a minirreforma administrativa retirou o deputado federal Fernando Torres (PSD) da Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur), abrindo espaço para a ex-prefeita de Barreiras, Jusmari Oliveira (PSD), assumir o comando da Sedur. Em agosto, quando as movimentações sobre mudanças no primeiro escalão do governo Rui começaram a circular nos bastidores, ainda eram citadas rearrumações envolvendo o ex-governador Jaques Wagner, atualmente na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, do deputado federal Josias Gomes, que comanda a Secretaria de Relações Institucionais, e ainda as quedas de Geraldo Reis, na Secretaria de Meio Ambiente, e até de Vivaldo Mendonça, que sairia da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Todas as mobilizações, todavia, não vingaram e pouco se alterou na máquina estatal, ao menos no secretariado. No entanto, Rui ainda precisa debelar a cobrança de partidos da base aliada, a exemplo do PR e do PP, que reclamaram recentemente por mais espaço. O PR, inclusive, tornou pública a insatisfação de deter o controle da Secretaria de Turismo sem indicar o presidente de um dos braços da pasta, a Bahiatursa, ainda sob o comando de Diogo Medrado













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