Foto: Reprodução / Ministerio de Relaciones Exteriores de Cuba

Há meses, a vida cotidiana em Cuba é marcada por apagões constantes, cortes no abastecimento de água e falta de itens de primeira necessidade. O decreto representa um afrouxamento da doutrina comunista de décadas. O partido tenta resistir à sua maior crise desde a morte do líder histórico Fidel Castro e o colapso da União Soviética.
O governo cubano atribui parte da crise a um bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos. Diante disso, cubanos que antes temiam represálias do regime passaram a criticar abertamente os líderes do país e promovem protestos noturnos regulares, com batidas de panela.
Ao mesmo tempo em que flexibiliza alguns setores, o governo reafirmou no texto do decreto o controle rígido sobre áreas consideradas estratégicas para a manutenção do poder. Educação, telecomunicações, mídia e defesa permanecem fora do alcance da iniciativa privada.
Nenhum comentário:
Postar um comentário