Pesquisa detalha como o garimpo se transformou em áreas indígenas
Letycia Treitero Kawada - Repórter da Agência Brasil
© Polícia Federal/divulgação


A conclusão faz parte do relatório O Circuito Espacial do Garimpo Ilegal no Pós-Desintrusão, lançado hoje (11) pela Universidade do Estado do Pará (UEPA), em parceria com o Instituto Mãe Crioula. . Junto com os Yanomami e os Kayapó, os Munduruku são o grupo indígena mais atingido pelo garimpo no Brasil.
O estudo aponta, ainda, que o mesmo sistema financeiro que mantém relações com facções criminosas, reveladas por operações como a Carbono Oculto, também sustenta as estruturas de extração de minério. Esse suporte financeiro também eliminou a distinção entre o garimpo artesanal e a mineração industrial de larga escala. Operações recentes da Polícia Federal expuseram esses esquemas que envolvem fundos de investimento, lavagem de dinheiro e organizações criminosas. Mais na agenciabrasil
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