Circunstâncias do dia do desaparecimento são o foco central das diligências
Foto: Divulgação/TRF-2

O caso, que tramita sob sigilo na Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA), ganhou novos contornos nesta segunda-feira (11), com a confirmação de que o magistrado estava afastado de suas funções por decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) desde maio do ano passado.
O afastamento ocorreu após um episódio de violência doméstica em sua residência, em Ipanema, que resultou em acusações de resistência à prisão e lesão corporal contra policiais.
As circunstâncias do dia do desaparecimento são o foco central das diligências. Segundo as investigações, o desembargador realizou um saque de R$ 1 mil em espécie antes de embarcar em um táxi com destino à Vista Chinesa, um mirante encravado na Floresta da Tijuca.
A demora na comunicação oficial do sumiço, feita apenas no dia 27 de abril, é um dos pontos que intriga os investigadores e dificultou a coleta imediata de evidências temporais. No âmbito do TRF-2, o clima é de profunda apreensão, e o Gabinete de Segurança Institucional do tribunal tem mantido reuniões frequentes com a cúpula da Polícia Civil para acompanhar o desdobramento das buscas.
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