Ordem foi proferida pela presidente da 1ª Seção do STJ, ministra Regina Helena Costa
Foto: Nilson Bastian / Câmara dos Deputados

A ordem foi proferida pela presidente da 1ª Seção do STJ, ministra Regina Helena Costa. Em 2022, Maluf foi condenado a pagar R$ 95,2 milhões ao desembargador aposentado Walter do Amaral, a título de honorários advocatícios de sucumbência. Amaral advogou numa ação popular pela responsabilização de Maluf pelos prejuízos causados aos cofres paulistas por meio da estatal.
Desde o ano passado, Amaral vinha pedindo que a Corte penhorasse os bens de Maluf com o objetivo de cumprir a ordem da ministra Regina. Entre os bens listados como disponíveis para leilão, estavam R$ 6 milhões em ações da Eucatex, a gigante da área de revestimentos criada pelos Maluf.
Também foi informado ao STJ que, junto às ações, Maluf teria 16 imóveis cuja penhora seria possível, além de veículos. Parte dos bens mencionados são relativos ao espólio de Maria Maluf, mãe do ex-governador, morta em 1989. O patrimônio da mulher de Maluf também foi reportado ao tribunal.
Na terça, a ministra autorizou medidas para garantir o pagamento: o Judiciário vai fazer um pente-fino em contas, ações e veículos (os imóveis, por enquanto, ficaram de fora da ação). O desembargador aposentado que processa Maluf é representado pelo advogado Massami Uyeda Júnior e equipe.
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