Foto: Reprodução/Pixabay

Há alguns dias o governo federal editou uma medida provisória para liberar cerca de R$ 2,5 bilhões para o país aderir ao Covax Facility, consórcio global de governos e fabricantes para impulsionar o desenvolvimento de vacinas contra o coronavírus.
A partir desta adesão fica permitido o acesso ao portfólio de nove vacinas em desenvolvimento, além de outras em análise (leia mais aqui). Reportagem da revista Exame ressalta que além da aliança global, o governo brasileiro firmou uma parceria para ter acesso a 100 milhões de doses no primeiro semestre de 2021, que foram negociadas diretamente com o laboratório AstraZeneca, que também faz parte do consórcio mundial.
Através da aliança, o governo brasileiro fez uma reserva de 40 milhões de doses. O imunizante vai beneficiar 20 milhões de pessoas, já que, como dito anteriormente, cada pessoa deve receber duas doses.
Esses 20 milhões representam 10% da população brasileira. Para chegar ao número, o Ministério da Saúde levou em conta três grupos de risco: pessoas com mais de 80 anos, trabalhadores da saúde e com doenças pré-existentes, explica a matéria da Exame.
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