Que país é este em que ministro de estado Patrus Ananias (PT), de Desenvolvimento Agrário bate boca com um cidadão, que diz ser empresário e ainda confessa, em público, que sonega impostos? Que país é este em que o partido do vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), avisa quer distância do governo. E tudo indica que este afastamento da presidente Dilma Rousseff (PT), alvo de pedidos de impeachment, será aprovado no Congresso que os peemedebistas fazem na semana que vem.
Que país é este em que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, diz a empresários que “a vida seria mais fácil” com a volta da Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF). Mais fácil para quem, cara-pálida? Para os milhões de brasileiros que estão perdendo o emprego? Em um país que tem uma das maiores cargas tributárias do mundo, é preciso encontrar outras soluções. Não foram eles que quebraram o governo só para ganhar a eleição, já que medidas deveriam ter sido tomadas no meio do primeiro mandato da presidente Dilma?
E, por fim, o governo alerta que cortes no projeto de Orçamento da União propostos pelo relator Ricardo Barros (PP-PR) afetariam 5 milhões de pessoas, 2,9 milhões só em São Paulo, estado governado pelo tucano Geraldo Alckmin. É mais uma chantagem. por Eduardo Homem de Carvalho
Nenhum comentário:
Postar um comentário