A diretora escolar Anne Lakey, de 55 anos, já é julgada por diversas acusações de assédio sexual no Condado de Durham, na Inglaterra, mas agora a mulher é acusada de tirar a virgindade de um garoto de 15 anos em um acampamento, enquanto seu marido dormia em uma barraca próxima. Seis das acusações contra a britânica são referentes a um menino entre 13 e 14 anos e as outras a um de 15, no final de 1980. Ela nega as 13 acusações de assédio contra os dois adolescentes. Os processos contra ela ainda estão em julgamento. Fonte: O Dia
Segundo o adolescente de 15 anos, Anne deu instruções para que ele entrasse na barraca, perto de outra onde seu marido dormia. Ele afirmou que após o primeiro encontro na barraca, os dois continuaram a fazer sexo na casa da diretora.
De acordo com o jovem, Anne o ligou no fim de 2012 para pedir que ele mentisse para a polícia. Ele contou que os dois não se falavam há anos, mas que ela explicou que sua carreira estava "muito bem" e que era diretora de duas escolas, mas que alguém havia mandado um email com uma denúncia para uma das escolas e agora estava suspensa. Anne havia dito à polícia que fez sexo com o homem quando ele tinha 18 anos e que "definitivamente" não fez sexo "com nenhuma criança desde então".
“Aqui está alguém que não fala comigo há 20 anos que pensava que poderia me fazer pegar o telefone e mentir para a polícia, 20 anos depois. Se isso não lhes dá uma noção do controle que ela exercia sobre nós, rapazes, eu não sei o que daria”, ele disse ao tribunal.
Em depoimento ao tribunal, a mãe do então adolescente mais novo contou que o menino tinha “lágrimas escorrendo pelo rosto” ao relatar a ela o que aconteceu. “Era irreal, pensei que não poderia estar ouvindo isso”, contou. “Eu estava tão chocada, eu estava totalmente horrorizada. Esse é o meu filho. Ele era uma criança, não um homem jovem nem um adulto”, relatou indignada a mulher.
A mulher do homem também recordou de quando ele lhe contou o caso, chorando: "Ele era um garoto muito perturbado e vulnerável." Foto: Reprodução * Fonte: O Dia
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