O acusado assumiu que a arma é dele, alegando ter comprado há três meses em Salvador por R$ 1.200,00. O motivo da compra de uma arma de fogo Crispiniano argumenta está correndo risco de morte. “Tive uns problemas com uns caras aí, já tentaram me matar, até tiros me deram, mas não me acertou”, justifica.
César Souza que é vendedor de acarajé, com os olhos cheios de lágrimas, informou ter apenas oferecido a carona, e volta a ratificar não saber da arma.
A guarnição comandada pelo Tenente Moreira abordou os indivíduos após uma denúncia anônima, tendo êxito ao encontrar mais uma arma restrita.De http://www.radarnoticias.com/
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