A ideia de criar uma incorporadora foi do próprio Roberto Carlos. Além de administrar sua carreira artística, o músico é dono de negócios no ramo de turismo, alimentos e agropecuário, mas sempre manifestou o desejo de investir no setor imobiliário. “Ele dizia que se não fosse cantor, queria ser arquiteto”, afirma Jaime Sirena, um dos sócios da Emoções. No plano inicial, a Emoções entraria no mercado para construir condomínios de casas em todo o Brasil para famílias da classe A/B, começando pela Grande São Paulo. Mas, em pouco tempo, foi preciso rever esse foco.
Assim, a incorporadora definiu que fará tanto conjuntos de casas, sempre batizados de Condomínio Emoções, quanto prédios, que levarão o nome de Horizonte, em homenagem ao sucesso “Além do Horizonte”. O primeiro empreendimento será o Horizonte JK, prédio residencial e comercial na avenida Juscelino Kubitschek, em São Paulo, que será lançado em abril, em parceria com as incorporadoras AAM e Toledo Ferrari. O valor geral de vendas (VGV, a soma do preço de todas as unidades) será de R$ 300 milhões. Com informações do iG.
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