Operação Carbono Oculto mostra uso irregular de derivado legal na indústria petroquímica para sonegar impostos e abastecer esquema criminoso
Caio Barcellos*sbt
Entenda o que é a nafta, produto usado em fraude com gasolina | Reprodução

A operação é a 2ª fase da Carbono Oculto e foi realizada pela Receita Federal, pelo Gaeco do Ministério Público de São Paulo, pela ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), pela Secretaria da Fazenda de São Paulo (Sefaz-SP) e por forças policiais.
A nova fase também mira 6 fintechs que teriam atuado como bancos paralelos e um esquema de desvio de nafta. Só o núcleo ligado ao produto teria causado prejuízo de R$ 200 milhões em tributos supostamente sonegados em 2 anos. Ao todo, as instituições investigadas movimentaram mais de R$ 26 bilhões entre 2022 e 2025.
A apuração liga o esquema ao PCC (Primeiro Comando da Capital). Para os investigadores, a organização passou a usar empresas do setor de combustíveis, fintechs e fundos de investimento para movimentar recursos, ocultar patrimônio e ampliar ganhos com fraudes tributárias. Mais no sbtnews
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