> TABOCAS NOTICIAS : PF investiga caso de bebê estuprado com quatro horas de vida

.

.


quarta-feira, 27 de maio de 2026

PF investiga caso de bebê estuprado com quatro horas de vida

Denúncia foi levada ao Senado por Damares Alves
Senadora apresentou dados da Polícia Federal, relatou atuação de rede de pedófilos e grupos fechados e cobrou endurecimento da legislação
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado
Um bebê do sexo masculino foi vítima de estupro com apenas quatro horas de vida no Brasil, segundo dados de uma investigação da Polícia Federal (PF). O caso, classificado como o do menino mais jovem a sofrer esse tipo de violência no mundo, foi denunciado pela senadora Damares Alves (Republicanos-DF) em discurso no plenário do Senado nesta quarta-feira (27).

A parlamentar exibiu no plenário imagens e documentos que, segundo ela, integram um vazamento de informações da PF. O material foi inicialmente apresentado pela própria corporação na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado na semana anterior, durante uma audiência pública que debateu o programa "Guardiões da Infância".  Assista vídeo aqui: https://abre.ai/pkzW

"O menino foi estuprado logo após o parto. Essa criança tem quatro horas de vida e foi estuprada no Brasil", afirmou a senadora, mostrando a foto borrada do bebê que estaria no colo de agentes da Polícia Federal.

Diante dos casos relatados pela PF, a senadora defendeu a necessidade de uma revisão profunda na legislação penal brasileira.

"Nós vamos ter que rever a legislação. Eu já mudei muito com relação à prisão perpétua. Eu já penso em prisão perpétua no Brasil e já quero fazer essa discussão", declarou, indicando que continuará levando dados estatísticos sobre a violência infantil ao plenário diariamente.

A audiência pública que embasou o discurso da senadora ocorreu em 18 de maio e focou na integração de forças para defender crianças de crimes cibernéticos. Na ocasião, a PF detalhou as ações da Coordenação de Combate a Crimes Cibernéticos Relacionados ao Abuso Sexual Infantil (CCASI), vinculada à recém-criada Diretoria de Crimes Cibernéticos (DCIBER).

Nenhum comentário:

Postar um comentário