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sábado, 14 de março de 2026

‘Sete contra um’: Grupo atrai e espanca adolescente de 15 anos no banheiro de escola

Segundo a família, grupo aguardava o adolescente no banheiro durante o intervalo. Boletim de ocorrência foi registrado e caso segue sem posicionamento oficial da escola ou da Polícia Civil.

Um adolescente de 15 anos foi agredido por um grupo de colegas no banheiro do Colégio Leopoldo, no bairro de Zimbros, em Bombinhas (SC). O ataque aconteceu durante o intervalo escolar e o jovem foi levado à UPA com lábios cortados, rosto inchado, hematomas no pescoço e nas costelas e dificuldade para caminhar.  Por equipe Jornal Razão

Segundo o relato do pai ao Jornal Razão, a escola entrou em contato com a família por volta das 10 horas da manhã alertando sobre a agressão e pedindo que o jovem fosse levado com urgência à unidade de saúde.

Na UPA, o adolescente recebeu cinco pontos na boca. Fotos enviadas pela família mostram o jovem em atendimento médico com curativo no rosto e sangue nas mãos. Ele saiu do hospital sem conseguir se locomover normalmente e sem conseguir se alimentar, apenas ingerindo líquidos.

De acordo com o pai, a abordagem começou logo cedo, por volta das 7h30, quando um colega se aproximou do adolescente na entrada da escola e disse que queriam falar com ele no banheiro. O jovem recusou.

No intervalo, ao sair da sala, ele avistou dois ou três meninos que já o aguardavam. Um deles disse “você vem com a gente”, colocou a mão nas costas do adolescente e o conduziu até o banheiro, onde outros cinco ou seis alunos estavam à espera. A agressão aconteceu no local.

Conforme o relato familiar, o motivo registrado no boletim de ocorrência foi que o agressor teria paquerado a namorada de um amigo. A família esclarece que nem todos que conduziram o jovem participaram diretamente das agressões, mas que todos o levaram até o local.

A princípio, todos os envolvidos são menores de idade. O boletim de ocorrência foi registrado. Após o caso, a família afirma que passou a receber ameaças.

Até a última atualização, não havia posicionamento oficial da escola nem da Polícia Civil sobre abertura de inquérito ou medidas tomadas em relação aos agressores. O caso segue em apuração.

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