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Na quinta-feira (10), entrou em vigor a nova Lei 14.994, de 2024, que aumenta a pena para o crime de feminicídio, podendo agora chegar a 40 anos de prisão. Publicada no Diário Oficial da União, a lei foi sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.













Cerca de 5 a 10% dos adolescentes submetidos a otoplastias sofrem bullying por terem orelhas "de abano"
Adolescentes que sofrem bullying, em algum momento da vida, tendem a demonstrar um interesse maior em realizar cirurgias plásticas. É o que aponta uma pesquisa conduzida pelo Dr. Dieter Wolke, da Universidade de Warwick, no Reino Unido.
O estudo analisou cerca de 2.800 adolescentes britânicos entre 11 e 16 anos, sendo que 752 estavam diretamente envolvidos em episódios de bullying. Os resultados mostraram que, ao todo, 31% dos jovens que sofrem bullying têm um desejo extremo de fazer cirurgia plástica.
Segundo Danielle H. Admoni, psiquiatra geral e da Infância e Adolescência, pesquisadora e supervisora na residência de Psiquiatria da UNIFESP; a busca por cirurgia plástica entre as vítimas de bullying tem uma importante relação com baixa autoestima, necessidade de aceitação social e problemas psicológicos decorrentes das agressões.
"Quem sofre bullying acredita que mudar a aparência física vai melhorar sua autoestima e suas relações sociais. No entanto, esses procedimentos não vão tratar as feridas emocionais", alerta Admoni, especialista pela ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria).
Em referência ao Dia Mundial do Combate ao Bullying, em 20 de outubro, saiba o que motiva as vítimas adolescentes a fazer cirurgias plásticas e quais as limitações.
Quais os procedimentos mais procurados: dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica revelam que, no Brasil, 6,6% das plásticas são realizadas em jovens de até 18 anos. Nos últimos 10 anos, o país registrou aumento de 141% no número de procedimentos no público entre 13 e 18 anos.















