Foto: Charles Vieira/Divulgação - Campanha Flávio Bolsonaro
Criada em 2016, durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, a frente defende pautas como democracia, direitos humanos, justiça social, proteção às minorias e separação entre religião e política. O movimento também pretende conscientizar eleitores evangélicos que não votaram no primeiro turno, quando Flávio obteve 47,03% dos votos válidos e Lula alcançou 45,16%, uma diferença de 2.224.965 votos, segundo os números apresentados na reportagem.
A disputa também envolve eleitores evangélicos que apoiaram outros candidatos no primeiro turno. O PT busca atrair parte dos eleitores de Augusto Cury (Avante), que recebeu 2,89% dos votos válidos e declarou apoio a Flávio em 8 de outubro. Apesar da vantagem do candidato do PL nesse segmento, levantamentos citados pelo Metrópoles indicaram avanço de Lula entre evangélicos: na pesquisa Quaest divulgada em 28 de setembro, o petista passou de 23% para 27% das intenções de voto. Já o levantamento BTG/Nexus apontou 31% para Lula e 50% para Flávio entre esses eleitores.
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