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sábado, 18 de julho de 2026

"Se tirar o Pix, a economia para", diz presidente da Fecomércio, Kelsor Fernandes

Kelsor comenta sobre o impacto da ferramenta nos pequenos comércios de pessoas físicas
Foto: Metropress/ Fernanda Vilas
O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia (Fecomércio), Kelsor Fernandes, afirmou, em entrevista ao Jornal da Cidade com Mário Kertész desta sexta-feira (17), que se tirar o serviço de transferência bancária Pix, a economia do Brasil para, pois são muitas atividades que dependem da ferramenta. Ele chegou a classificar o Pix como "uma das maiores invenções que o brasileiro já teve".

Kelsor Fernandes destacou a importância das ferramentas inclusive para pequenos comerciantes, que encontravam mais dificuldades em vender produtos a partir do dinheiro físico e cartão de crédito. A praticidade da ferramenta ajudou a agilizar essas transações. "É assim que, hoje, os pequenos comerciantes, pessoas físicas que estão sobrevivendo, vendendo seus produtos na sinaleira, com o Pix. Antigamente eles não tinham esses produtos, vendiam muito menos porque tinha que ter um cartão de crédito ou receber em dinheiro. Nem sempre as pessoas estão disposta a tirar uma carteira na rua para dar e receber troco. É o pix que resolve".

"Um dos maiores absurdos que a gente ouve, divulgado pelos órgãos de imprensa, é que o presidente dos Estados Unidos querer acabar com o Pix, porque está influenciando nos cartões de crédito americanos. Não tem nenhum sentido, não tem ligação. O Pix abrange, em sua maioria, pessoas de baixa renda, que não podem acessar um cartão de crédito porque não tem renda comprovada", disse o presidente da Fecomércio. Mais no metro1

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