Por Amanda Moraes
Felipe com o filho, Lohan — Foto: Arquivo pessoal
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Quando soube que o filho de quatro meses precisaria ser internado na UTI, Felipe Guimarães, do Rio de Janeiro, fez o que qualquer pai faria: faltou no trabalho para ficar com ele. Mas, pouco depois, recebeu uma notícia que o pegou de surpresa - foi demitido por não comparecer.
"Foi desesperador para mim e para a minha esposa", diz, em entrevista à CRESCER.
Segundo Felipe, o filho, Lohan, nasceu com epidermólise bolhosa, uma doença genética rara que torna a pele extremamente frágil. "Ela causa bolhas se tiver qualquer atrito, não tem cura pra essa doença ainda, existe o tratamento que é de custo muito alto", explica.
'Tenho a plena certeza de que fiz o certo, minha família em primeiro lugar'
A condição foi descoberta no dia do parto, em 4 de fevereiro deste ano. "Quando a bolsa estourou, minha esposa chegou no hospital e precisou fazer cesária, pela cor do líquido que estava saindo. Quando ele nasceu, ele não chorou. Nasceu com umas lesões e precisou ir direto para a UTI. Ele foi entubado, ficou no oxigênio e precisou colocar sonda gástrica", afirma. Mais na revistacrescer
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