Monique de Carvalho * SNB

A Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, vai começar a produzir no Brasil a cladribina oral, medicamento usado no tratamento da esclerose múltipla e já disponível no Sistema Único de Saúde (SUS). A medida deve ajudar a reduzir os custos de compra da medicação e ampliar o acesso ao tratamento.
O remédio, vendido com o nome Mavenclad, entrou para a rede pública em 2023. Ele é indicado para pacientes com esclerose múltipla remitente-recorrente altamente ativa, quando a doença apresenta surtos frequentes ou evolução rápida, mesmo com outros tratamentos em andamento.
Atualmente, o custo médio do tratamento chega perto de R$ 140 mil em cinco anos por paciente. Com a produção nacional, a expectativa é facilitar a aquisição da medicação pelo SUS e atender mais pessoas que convivem com a doença no país.
Tratamento é indicado para casos mais ativos
A esclerose múltipla é uma doença crônica que afeta o cérebro e a medula espinhal. Os sintomas variam de pessoa para pessoa e podem incluir dificuldades motoras, alterações na visão e problemas cognitivos.
A forma remitente-recorrente é a mais comum da doença. Ela acontece em ciclos, alternando períodos de surtos e fases de remissão, quando os sintomas diminuem ou ficam estáveis. Mais no sonoticiaboa
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