Ministro comentou que assassinatos foram apurados "pessimamente no começo, de modo doloso"; Primeira Turma condenou irmãos Brazão como mandantes das mortes
Ministro Flávio Dino, presidente da Primeira Turma, vota no julgamento do caso Marielle e Anderson no Supremo | Divulgação/Rosinei Coutinho/STF
Felipe Moraes - SBT

"Foi pessimamente investigado no começo, de modo doloso", lamentou Dino, comentando que federalização foi fundamental para avanço do caso. Em 2024, a investigação "subiu" para o STF após descoberta de envolvimento do então deputado Chiquinho Brazão, que tinha foro privilegiado.
Os quatro ministros do colegiado — além de Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia — votaram pela condenação de Chiquinho Brazão e Domingos Brazão como mandantes e planejadores das mortes (veja detalhes mais abaixo).
"Nós sabemos que o drama do crime organizado está na imensa força que isto há no mundo da política, no mundo empresarial e isso explica a quantidade de desafios que até hoje nós enfrentamos, como pátria", acrescentou Dino.
O delegado Rivaldo Barbosa, que assumiu comando da Polícia Civil do Rio de Janeiro na véspera do crime, cometido em 14 de março de 2018, atuou para atrapalhar investigações, segundo entendimento dos ministros. Ele foi condenado por obstrução de Justiça e corrupção passiva. Mais no sbtnews
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