Advogados do ex-ministro do governo Bolsonaro alegam ainda que o cliente não efetuou repasses financeiros a golpistas
Foto: Isac Nóbrega/PR

“A defesa reitera que o cliente jamais realizou reuniões em sua residência para tratar de assuntos ilícitos, bem como nunca recebeu ou repassou quaisquer recursos para financiar atos antidemocráticos”, disse a defesa em nota.
De acordo com a Polícia Federal (PF), Braga Netto, ex-candidato a vice-presidente na chapa com Jair Bolsonaro (PL) em 2022 tentou descobrir o conteúdo da delação premiada do ex-ajudante de ordens do ex-presidente, Mauro Cid.
Braga Netto foi preso pela PF no sábado (14) em Copacabana, no Rio de Janeiro.
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