Os procuradores, no entanto, suspeitam de propina. Do faturamento total da JD no período investigado, R$ 8 milhões partiram de cinco empreiteiras denunciadas na Lava Jato. Dois executivos da Camargo Corrêa, Eduardo Leite e Dalton Avancini, prestaram delação para sair da prisão. Segundo o advogado Marlus Arns de Oliveira, que acompanhou os depoimentos, ambos reconheceram repasses à JD, mas negaram que fosse propina. Apenas a delação de Leite já foi homologada pela Justiça. A de Avancini, segundo
a defesa, deve levar cerca de 15 dias. http://www.fabiocampana.com.br
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