A Telexfree está no Brasil desde fevereiro de 2012, diz Costa, que informa ser sócio da empresa no Brasil, e chamou a atenção do governo federal depois que Procons alertaram o Ministério da Justiça sobre o volume de consultas e denúncias que vinham recebendo sobre o modelo de negócios. O de Mato Grosso, por exemplo, recebeu cerca de 2 mil contatos. "Agora dizer que um divulgador da Telexfree fez alguma queixa no Procon ou coisa e tal, não, isso não tem, não", diz Costa. Na entrevista, o diretor de marketing não deixa claro o quanto do faturamento da empresa vem da venda efetiva dos pacotes e quanto vem do ingresso, pago, de novos representantes na rede de divulgação. Costa também se recusa a informar qual é a empresa de telefonia contratada para operar o sistema VoIP – outro dos questionamentos da Seae. "Isso é confidencial". (Ig)
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sexta-feira, 22 de março de 2013
'As pessoas confundem revenda com pirâmide', diz diretor da Telexfree
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