Analistas de mercado esperavam uma arrecadação um pouco maior para fevereiro e já começaram a reduzir as estimativas de superávit primário (economia para pagamento de juros da dívida) do governo central, que considera as contas do Tesouro Nacional, Banco Central e Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) do mês.
O secretário da Receita Federal, Carlos Alberto Barreto, explicou que a tendência é de desaceleração, um pouco mais forte, no ritmo de crescimento do recolhimento dos impostos a partir deste mês. “As medidas prudenciais (adotadas pelo governo para conter as pressões inflacionárias) e o corte orçamentário têm um efeito a partir de março”, explicou.
O economista da consultoria Tendências, Felipe Salto, frisou, no entanto, que o resultado já embute um ritmo menor de expansão. A taxa de crescimento na comparação entre janeiro de 2010 e de 2011 era de 15,3%. Já a taxa verificada entre fevereiro de 2010 e de 2011 esse número chega a 9,84%.De http://www.jt.com.br/seu-bolso/
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