Por Gabriela Caseff | Folhapress
Foto: Arquivo Pessoal

O caso configura "morte suspeita", segundo laudo do serviço de verificação de óbito do Cejam (Centro de Estudos e Pesquisas Dr. João Amorim).
A viúva de Fábio Mocci Rodrigues Jardim, 42, disse à reportagem que quer respostas sobre o atendimento oferecido pela clínica durante o procedimento. "Não sei se ele morreu na hora, quais foram os primeiros socorros. Estou arrasada", afirma Sabrina Altenburg Penna, 44.
O administrador chegou à clínica Mult Imagem da Vila Matias, em Santos, para o exame agendado para o meio-dia. Foram atendidos às 14h. "Ele vivia sonolento, chegou a dormir na sala de espera, por isso estávamos investigando", diz Altenburg.
No prontuário de Mocci foi assinalado que ele nunca havia sido submetido à ressonância e que sofria de refluxo e pressão alta, ainda que controlada. Assinalaram também as alergias a dipirona, iodo e crustáceos.
Assim que o marido entrou para a sala de exame, a empresária desceu para almoçar. Retornou "em menos de 30 minutos".
"Perguntei para a moça se estava tudo bem e ela disse que sim, que ele estava agitado, mas normal", afirma Altenburg, que sentou-se em uma cadeira próxima à sala do procedimento.
Às 15h, ela observou uma movimentação incomum de pessoas entrando e saindo da sala. "Uma moça me disse que ele passou mal, mas estavam resolvendo", afirma ela, orientada a aguardar.





















Por Agência Brasil
























