Ao atender idosos ela transferia dinheiro para sua conta.

Em 2018, a jovem tinha 19 anos e trabalhava em uma agência da rede quando passou a explorar a vulnerabilidade de idosos e pessoas menos esclarecidas que a procuravam com algum tipo de ajuda operacional nos caixas eletrônicos. Nesses momentos, ela teria transferido o dinheiro para sua própria conta.
Atualmente, ela trabalha como secretária e argumenta não ter condições de devolver às vítimas o dinheiro desviado e nem pagar a multa, de mesmo valor, conforme estipulado pelo juiz do caso.
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