Foto: Mateus Pereira / GOVBA

Com o fim da medida provisória, o benefício voltou a seguir as normas gerais do regime aduaneiro especial. O novo texto busca estabelecer critérios específicos para o setor, conciliando o incentivo às exportações com a proteção da cadeia produtiva nacional.
Entre os principais pontos da proposta está a limitação dos atos de drawback a um período máximo de seis meses. O projeto também determina que as importações de amêndoas ocorram apenas durante a entressafra da produção brasileira, entre os meses de dezembro e março.
A iniciativa ainda prevê a divulgação trimestral de dados sobre o volume importado, os valores envolvidos, os produtos exportados vinculados ao benefício e os respectivos códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM). O texto estabelece, ainda, mecanismos de fiscalização e penalidades para empresas que descumprirem as regras.
Autor da proposta, o deputado federal Capitão Alden (PL-BA) afirmou que o objetivo é preservar o regime de drawback sem prejudicar os produtores brasileiros. “Não somos contra o drawback. Somos contra a utilização do benefício de forma que prejudique quem produz no Brasil. O setor precisa de regras claras, transparência e segurança jurídica. Nosso projeto preserva um importante instrumento de comércio exterior, mas cria salvaguardas para proteger a produção nacional e evitar distorções”, declarou.
CONFIRA O PROJETO NA ÍNTEGRA: bahianoticias/cacau
Nenhum comentário:
Postar um comentário