Para Barroso, regular a IA é como lidar com um trem em movimento
Divulgação/Esfera Brasil

“Nós produzimos, ainda na minha gestão, um programa que faz minuta de decisão, que eu não liberei porque ainda não temos um código de ética maduro o suficiente para deixar a inteligência artificial produzindo decisões. Mas eu não tenho nenhuma dúvida de que este é o futuro: a IA produzindo decisões com maior objetividade do que os juízes”, disse Barroso, ex-presidente do STF.
O magistrado destacou, porém, que esse uso da IA no Judiciário precisa ser feito com a supervisão humana. Caberá a cada juiz explicar por qual motivo usou ou não a tecnologia ao decidir. Por tudo isso, explica o ministro, é preciso que o sistema esteja preparado para lidar com as muitas dimensões do fenômeno, em que pese a grande dificuldade de regulá-lo. Mais na conjur
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