Monique de Carvalho / SNB
Ana Melyssa aprendeu Libras para se comunicar com um vizinho surdo e agora gera conteúdo para as redes - Foto: redes sociais

A iniciativa começou em 2025, quando Ana Melyssa percebeu a dificuldade de comunicação com um vizinho surdo. A partir disso, buscou vídeos na internet para entender os sinais básicos e começou a praticar no dia a dia.
Com o tempo, a atividade ganhou espaço nas redes sociais e também na escola. A menina, que é ouvinte, afirma que pretende seguir na área e se tornar intérprete de Libras.
Interesse começou no cotidiano
O contato inicial com a Libras aconteceu de forma espontânea. Segundo a mãe, Leiliane Melyssa, a filha quis responder a um cumprimento feito por um vizinho, mas não sabia como.
“Foi a partir do momento que ela viu o rapaz que é surdo desejar boa noite e ela não saber responder. Daí, ela foi ver os vídeos de como se comunicar com ele”, contou ao G1.
Sem frequentar cursos formais no início, Ana passou a assistir conteúdos online e a repetir os sinais. O aprendizado foi sendo construído com base na observação e na prática.
Aprendizado
Há mais ou menos um mês, Ana Melyssa começou a frequentar a Associação dos Surdos de Piripiri (Aspiri). No local, ela convive com pessoas surdas e com intérpretes, o que ampliou o contato com a língua.
De acordo com o presidente da associação, Adonilson Gomes, a menina ainda não fez curso formal, mas evolui com a convivência direta. “A Melyssa começou a participar agora em abril. Ela aprende com o contato direto com os surdos”, explicou.
O vizinho que incentivou Ana a começar também participa das atividades da associação. Mais no sonoticiaboa
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