Foto: Gilvan de Souza / Flamengo

Os recursos buscavam anular uma decisão anterior que autorizou o recebimento da denúncia apresentada pelo Ministério Público. Com a rejeição, o processo segue em tramitação na Justiça.
A defesa dos envolvidos argumentava que a ação penal não poderia prosseguir por ausência de “representação das vítimas”, requisito exigido em casos de estelionato. Segundo a tese, comunicações de entidades de integridade esportiva e respostas de casas de apostas a ofícios policiais não configurariam manifestação formal para abertura do processo.
O colegiado, no entanto, não acolheu o argumento e manteve a validade da decisão anterior, permitindo a continuidade da ação penal.
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