Contrato estava vinculado ao financiamento estabelecido entre os compradores e a Caixa
Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

Em primeira instância, a incorporadora havia sido condenada a restituir mais de R$ 150 mil aos compradores do imóvel, a indenizá-los por lucros cessantes (1% sobre o valor da compra para cada mês de atraso) e a pagar multa contratual de 20% sobre o valor total pago.
Polo passivo
No recurso ao TJ-SP, a empresa alegou que a Justiça estadual não teria competência para julgar o caso, devido ao interesse da Caixa, que deveria estar no polo passivo da demanda.
A juíza Lucilia Alcione Prata, substituta em segundo grau e relatora do caso, observou que o contrato de compra e venda do imóvel estava vinculado ao contrato de financiamento estabelecido entre os compradores e a Caixa. Além disso, os próprios autores pediram à Justiça a suspensão das parcelas do financiamento.
A relatora reconheceu que o contrato de financiamento bancário é autônomo e não foi contestado na ação, mas alertou que ele seria esvaziado em caso de resolução do contrato principal.
Atuou no caso o escritório GPF Advogados.
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Processo 1028902-63.2024.8.26.0564
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