Acervo de Salomão Furer Jr. será exibido no Museu do Futebol durante a Copa do Mundo
Foto: Reprodução / Redes sociais de Salomão Furer Jr.

“Ter as minhas camisas no Museu do Futebol é uma honra, porque eu fui uma pessoa que dedicou mais tempo do que devia ao futebol, às camisas”, disse ao Jornal Nacional.
Salomão Furer Jr. guarda peças originais do Brasil ao longo de décadas. As peças fazem parte do acervo mantido no apartamento do colecionador, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.
A paixão pela Seleção Brasileira começou ainda na infância.
“Eu fui uma criança que nunca gostei de carrinho, de super-herói. Os meus heróis usavam camisas de futebol. Eu comecei a ter um olhar de colecionador quando criança, quando percebia que nas lojas não vendiam as camisas que os jogadores usavam”, conta.
Aos 52 anos, Salomão tem uma coleção de 700 camisas da Seleção Brasileira, além de outros itens que ajudam a contar a trajetória da equipe.
“Recentemente, um amigo meu me deu um calção e eu botei ele na minha mala. Mas quando eu cheguei em casa, eu olhei o calção e chamei ele: ‘Cara, tu me deu um calção usado pelo Ronaldo na Copa?’. Ele falou: ‘Sim’. E, provavelmente, usado na final”.
Há também agasalhos, autógrafos e objetos relacionados à Seleção.
“Esse é um pedacinho da grama onde o Brasil foi pentacampeão. Quem sabe esse calção do Ronaldo até ralou nesse pedaço de grama”.
A coleção ocupa diversos espaços do apartamento do colecionador. Pensando na Copa do Mundo de 2026, ele já projeta ampliar o acervo.
“O ideal, se o Brasil for hexacampeão, é ter a camisa do jogador que fez o gol do título. Esse seria o santo graal dessa Copa do Mundo”.
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