Por Adriana Fernandes, Lucas Marchesini e Raquel Lopes | Folhapress
Foto: Divulgação

Relator do caso Master na época, o ministro tinha marcado para o dia 30 de dezembro uma acareação entre o dono do banco, Daniel Vorcaro, o ex-presidente do BRB (Banco de Brasília), Paulo Henrique Costa, e o diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino. Do Tayayá, ele acompanhou as tratativas para os depoimentos.
O ambiente em Brasília estava nervoso, incomum para este período do ano, diante dos desdobramentos diários do escândalo Master e do estranhamento geral com a decisão inusual do relator de convocar uma acareação antes que investigados e testemunhas tivessem prestado depoimentos individuais.
Vorcaro havia sido preso, em novembro, no dia da liquidação do Master, mas solto 10 dias depois. Com o uso de tornozeleira eletrônica, passou a comandar, do seu apartamento em São Paulo, uma ofensiva contra o Banco Central e a Polícia Federal, além de pressão a ministros da Corte que tinham ou tiveram alguma relação com ele.
Para a empreitada, tinha o apoio de um exército de escritórios de advocacia contratados para a sua defesa -todos muito bem pagos por meio de contratos milionários de prestação de serviços. Mais no bahianoticias.com.br/folha
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