Antes da domiciliar, ex-presidente cumpria na Papudinha sua pena de 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Relatórios médicos enviados ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (17), indicam que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresenta melhora gradual no quadro clínico, mas ainda enfrenta episódios de dor e fadiga durante o tratamento em prisão domiciliar. Por: Metro1
Os documentos apontam que Bolsonaro teve evolução no quadro pulmonar após diagnóstico de broncopneumonia bilateral e relata maior disposição para atividades do dia a dia. Mesmo assim, intercorrências como dores musculares, fadiga e episódios de soluço têm dificultado o ritmo da reabilitação.
De acordo com os relatórios, o ex-presidente continua em tratamento com fisioterapia e exercícios de reabilitação cardiorrespiratória, com melhora gradual da capacidade física, apesar de ainda ter limitações pontuais.
Bolsonaro em prisão domiciliar
O ex-presidente teve prisão domiciliar autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, por um período de 90 dias, após ter sido internado no final de março. Moraes justificou a decisão com base nos problemas de saúde do ex-presidente, que enfrentou uma broncopneumonia bilateral.
A determinação diz que a defesa e a equipe médica devem informar, a cada sete dias, a evolução do tratamento. Este é o 3º relatório apresentado desde que Bolsonaro passou a cumprir a domiciliar em sua casa, no Jardim Botânico, em Brasília, no dia 27 de março.
Antes da prisão domiciliar, Jair Bolsonaro estava cumprindo pena no 19º Batalhão da Polícia Militar no Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. Ele foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e, até ser internado, cumpriu 119 dias de prisão, menos de 1% da pena.
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