Foto: Reprodução/Redes Sociais
O caso ocorreu durante a vitória do Real Madrid sobre o Benfica, quando o jogador rival teria coberto o rosto com a camisa enquanto se comunicava com o atacante. O árbitro interrompeu a partida e acionou o protocolo antirracismo, mas a ausência de provas concretas dificultou a aplicação de punições imediatas. Esse cenário evidenciou um desafio frequente no futebol: a falta de registros claros das ofensas em campo.
Integrantes da comissão de jogadores da entidade defendem que novas regras sejam criadas para evitar que esse tipo de comportamento impeça investigações. A proposta é tornar a linguagem corporal e a comunicação mais transparentes, além de ampliar a responsabilidade da arbitragem em relatar publicamente situações suspeitas. O objetivo é fortalecer o combate ao racismo e garantir que denúncias não fiquem sem respostas por falta de evidências.
O episódio gerou repercussão internacional, com manifestações de apoio ao atleta e a abertura de investigações por parte das autoridades do futebol europeu. A medida em estudo faz parte de um conjunto mais amplo de ações para proteger jogadores e punir atos discriminatórios, reforçando que não há espaço para o racismo no esporte.
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