Reprodução / Achei Sudoeste

De acordo com o registro, ela relatou que, durante o exercício de sua função na academia, uma aluna se referiu a ela como “faxineira de merda” na presença de várias pessoas. A conduta da aluna provocou um abalo emocional e psicológico na vítima, que buscou a gestão da academia para comunicar o ocorrido e não teve resposta. A proprietária da academia sugeriu que ambas conversassem para sanar o conflito.
Ainda segundo a vítima, as ofensas direcionadas a ela não tiveram justificativa e foram proferidas gratuitamente.
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