Por Anderson Ramos
Foto: Claudionor Jr. / SECBA

A principal reivindicação da categoria é pelo pagamento dos precatórios do Fundo de Desenvolvimento da Educação Fundamental (Fundef) com juros e correção monetária. “O dinheiro já chegou. É lei pagar com juros e correção monetária. Os estados do Ceará, Piauí, Maranhão, já fizeram o pagamento, não é possível que só a Bahia vai dar calote nos professores”, reclamou o diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Bahia (APLB), Rui Oliveira.
Os professores também reclamam pela eleição de gestores, pagamento da GEAP (Gratificação de Estímulo ao Aprimoramento Profissional), contra a precarização do Planserv e em defesa da licença prêmio para coordenadores.
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