O ministro Sebastião Reis Júnior, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), negou, nesta terça-feira (21), o pedido de habeas corpus e manteve uma prisão preventiva do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, denunciado por corrupção passiva no âmbito da Operação Ponto Final, um desdobramento da Operação Lava Jato.

A defesa, então, impetrou habeas corpus no STJ sob a alegação de falta de contemporaneidade no pedido de prisão, uma vez que os fatos teriam ocorrido há dez anos e a denúncia demorou dois anos para ser analisada pela corte fluminense.
A defesa do ex-governador também sustentou que as motivações da prisão têm “contradições e paradoxos, e divergiriam dos fatos contidos no processo originário, em violação ao artigo 315, parágrafo 2º, inciso III, do Código de Processo Penal”.
Cabral está detido desde novembro de 2016 e se encontra atualmente em Bangu 8, no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio de Janeiro, onde cumpre penas de mais de 400 anos de prisão em 22 condenações. Informa o G1
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