por Cláudia Cardozo / Francis Juliano**Foto: Reprodução / Políticos do Sul da Bahia

Segundo o ministro, o cumprimento da prisão preventiva é justificada pelo fato de o acusado não ter respeitado medidas cautelares. Moraes manteve o entendimento das instâncias precedentes que afirmaram que Paiva “descumpre frontalmente as decisões judiciais, embaraça investigações ainda em curso, oferece vantagens indevidas à custa de novos danos ao erário municipal, assedia testemunhas, direta e indiretamente, com o objetivo de tumultuar a atuação do sistema de justiça”.
Conforme Alexandre de Moraes, esses fatores, aliada a insuficiência das medidas cautelares diversas, revelam a necessidade de manter o acusado preso. Lukas Paiva é acusado de participar de organização criminosa dentro da Operação Xavier. Deflagrada em 2019, a ação investigava a participação de agentes políticos e empresários em uma esquema de fraudes em licitações e lavagem de dinheiro no âmbito da Câmara de Vereadores de Ilhéus (lembre aqui).
Lukas Paiva chegou a conseguir um habeas corpus, mas por ter descumprido medidas cautelares foi preso novamente.
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