A Procuradoria-Geral da República, quando apresentou a denúncia do chamado quadrilhão do PT, pediu que as apurações sobre Wagner fossem enviadas ao juiz federal Sergio Moro, da 13ª Vara em Curitiba – o ex-governador não consta entre os denunciados ao STF.
Na petição, os advogados Bruno Espiñeira Lemos e Victor Minervino Quintiere afirmam também que o inquérito em relação a Wagner não pode ser enviado a Curitiba porque ele agora possui foro privilegiado, por ter sido nomeado secretário de Desenvolvimento Econômico da Bahia em janeiro. Por isso, eles pedem que, caso seja negado o arquivamento, os autos sejam remetidos ao Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região.
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