Márcio Padrão*Do UOL, em São Paulo*Reprodução/Instagram
A empresária Gabriela Cavalcanti, que vende bijuterias pelo Whatsapp e outras redes sociais
Gabriela Cavalcanti, empresária da cidade paulista de Poá, usa diversas redes sociais como ferramentas de vendas, mas o Whatsapp é hoje seu principal "braço" no meio digital. É lá que ela tira dúvidas e dá sugestões às clientes à distância, de forma personalizada. Segundo ela, hoje 75% das vendas de suas bijuterias vêm do app e demais redes, e os 25% restantes, da loja física.
"Ao saber da notícia, usei meu Instagram para divulgar todos os meus outros contatos: Direct Instagram, Snapchat, página da loja e minha página pessoal no Facebook e e-mail. Para as vendas que estavam quase fechadas, resolvi detalhes do pagamento pelo SMS. Então não deu tempo de ser afetada", diz Gabriela, referindo-se à volta do serviço 13 horas depois de cair.
A lojista diz que o Whatsapp foi fundamental para ter expandido seus negócios para outros Estados e lamentou a decisão da Justiça. "Acho que prejudica bastante. Como somos dependentes de comunicação, e todos usam o WhatsApp hoje em dia, seria necessário correr para fazer todos se acostumarem de novo com outra rede se continuasse indisponível". http://noticias.bol.uol.com.br
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