Foto: Reprodução / EBC
Com o fim da eleição presidencial de 2018, o grupo de apoio do PT nas redes sociais foi o que sofreu a maior queda relativa e tem hoje apenas 3% (foi de 2,3 milhões para 80 mil interações) de seu auge durante o período eleitoral. O partido pretende se firmar como o principal polo de oposição ao presidente Jair Bolsonaro (PSL).
O monitoramento foi realizado pelo Estadão Dados, do jornal Estado de S.Paulo, utilizando a ferramenta Crowdtangle. O levantamento mostra o engajamento das “bolhas de apoiadores” dos candidatos do último pleito e concluiu que as redes, muito ativas durante período eleitoral, tiveram queda em todos os espectros ideológicos.
O grupo petista já vinha sendo “desafiado”, ainda durante a eleição, pelo terceiro campo político nas redes sociais: o grupo de páginas de esquerda não alinhadas com o PT ou que apoiaram candidatos derrotados no 1.º turno, como Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).














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